terça-feira, setembro 02, 2008

Fim




















Foi bom enquanto durou. E bem que durou o seu ano e 6 meses. Mas agora com a escola a começar não me dá tempo para actualizar este blogue. Não vou apagá-lo, para ficar o registo e, quem sabe, um dia, voltar a postar.
Continuo com os Gatos no coração e assim continuarei.
Não percam o novo programa deles na SIC, no ar a partir de Outubro.
Obrigada ; )
A dona,
Catarina Valadas

domingo, junho 15, 2008

Anúncio do Meo com os Gato Fedorento foi o mais recordado pelos consumidores

O anúncio dos Gato Fedorento de lançamento do Meo obteve o maior índice de recordação comprovada em televisão do sector das telecomunicações desde 2005, revelam dados da Markest. No final de Abril, três semanas após o arranque da campanha de massificação do Meo, o serviço de televisão da PT, o anúncio protagonizado pelos Gato Fedorento intitulado "Comunicado/TV do Futuro" obteve um índice de recordação comprovada de 49,9%, referem dados extraídos do Publivaga, o relatório de análise de publicidade da Marktest. Esta percentagem significa que quase metade dos entrevistados pela Marktest conseguiram descrever por si, sem recurso a estímulos ou imagens, o anúncio da marca Meo, cuja campanha de massificação arrancou no dia 2 de Abril. Na última semana de Maio, após o lançamento de outros anúncios com os Gato Fedorento, o índice de recordação da publicidade do Meo era de 52,3%. Analisando os estudos realizados neste domínio desde 2005, constata-se que o anúncio de lançamento do Meo protagonizado pelos Gato Fedorento obteve o mais alto índice de recordação comprovada, entre as campanhas publicitárias de empresas do sector das telecomunicações. No segundo e terceiro lugares deste 'ranking' encontram-se dois anúncios do serviço de Internet ADSL do Sapo, de 2007 e de 2006, com índices de recordação de 43,2% e 41,2%, respectivamente. O anúncio relativo à recente mudança de imagem da Optimus, com a adopção do novo logótipo em forma de magma, surge em quarto lugar com um índice de recordação de 34%. Os estudos da Publivaga incidem sobre indivíduos com idades entre 15 a 64 anos, residentes na Grande Lisboa e no Grande Porto, num total de 2,1 milhões de pessoas.

In:
http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=320178

sábado, maio 31, 2008

Cardi e Mucky em Coimbra

«Isto não é um “sketch”». As palavras foram proferidas por Miguel Góis, no início da sua intervenção no debate “Rir é o melhor remédio?”. A frase alertou o público para a abordagem séria que os humoristas optaram por fazer ao tema do humor, onde foram citadas várias fontes bibliográficas.«Tem-se falado no riso como mecanismo de defesa para não chorar, mas eu defendo o contrário. Há pessoas que choram para não rir e optam por mecanismos constantes de vitimização», afirmou. Miguel Góis lamentou que exista, na sociedade, «um sintoma de medo da felicidade». «Não percebo o receio apocalíptico que há em rir. Infelizmente o cinzentismo é um refúgio grande e há um preconceito contra o riso que vem de longe», avançou.Entre declarações sérias, houve tempo para tiradas mais apimentadas, que fizeram rir os espectadores. «As pessoas têm comportamentos muito estúpidos. Drogam-se, bebem demasiado álcool e votam no CDS-PP. Realmente temos maneiras muito inventivas de não ter prazer», afirmou com um sorriso.Rir para não temer a morteJá Ricardo Araújo Pereira defendeu a tese de que «a piada é uma coisa tão nobre como qualquer intervenção cívica maravilhosa». «É um fim por si só», acrescentou, para depois recordar que o Homem «é o único ser vivo que ri e que tem consciência da morte». «Será que uma pessoa que vivesse para sempre teria vontade de rir?», lançou para a audiência.O humorista explicou depois o confronto que muitas vezes existe entre a religião e os comediantes. «Nós tentamos fazer com que as pessoas não temam a morte. Os padres tentam fazer com que as pessoas temam a morte», resumiu.A terminar, e após algumas questões do público, Ricardo Araújo Pereira concluiu que o humor «diz a verdade mais contundente» e garantiu que «o único objectivo dos Gato Fedorento é fazer as pessoas rir».Os dois humoristas encerraram o congresso “Rir é o melhor remédio?”, organizado pelo Núcleo de Estudantes da Faculdade de Psicologia e Ciências de Educação, destinado a debater a psicanálise e o humor, numa perspectiva clínica e cultural. O encontro reuniu vários especialistas, entre os quais o psiquiatra José Luís Pio de Abreu, autor do livro “Como tornar-se doente mental”. Participaram no colóquio cerca de sessenta pessoas.

In: http://www.diariocoimbra.pt/18567.htm

segunda-feira, maio 19, 2008

RAP pôs a 'TV Mais' em tribunal

A edição desta semana da revista "TV Mais" foi esta madrugada retirada das bancas após Ricardo Araújo Pereira, dos Gato Fedorento, ter interposto uma providência cautelar pelo facto de a publicação da Impresa ter publicado imagens da sua casa. Ricardo Araújo Pereira e a sua família foram recentemente alvo de ameaças por um grupo de extrema-direita e o humorista depôs esta semana contra o alegado autor das ameaças no Tribunal de Monsanto, um dos 36 arguidos acusados de crimes raciais no âmbito do mega-processo que decorre desde 8 de Abril. O humorista sente "revolta e completa vulnerabilidade" face à publicação deste tipo de dados.A revista, que saiu para as bancas na quarta-feira, publica duas páginas, com chamada de capa, em que dá a conhecer em três fotografias a nova casa de Ricardo Araújo Pereira, tornando-a facilmente identificável. "A casa em que vivo é o último reduto da minha vida privada, e eu tenho o direito de a manter reservada do olhar do público", afirmou Ricardo Araújo Pereira, em declarações ao PÚBLICO. O humorista explica que, apesar de a revista apresentar apenas como localização "Lisboa", utiliza informações já publicadas na edição de fim-de-semana do "24horas" em que se precisava a zona da cidade e outros dados sobre o valor do empréstimo contraído por Ricardo Araújo Pereira para a adquirir, publicados pela revista "Nova Gente". Factores que contribuem para que a sua nova morada seja facilmente encontrada."Publicitar a sua localização e aspecto já seria, em circunstâncias normais, inadmissível. Nas circunstâncias particulares em que ocorreu, constituiu além disso um grave prejuízo da minha segurança e da minha família", lamenta o humorista, que em Março assinou contrato com a SIC e que é colunista da revista "Visão", ambas do grupo de média de Francisco Pinto Balsemão.Essas circunstâncias prendem-se com as ameaças, por parte de elementos de grupos de extrema-direita, de que o humorista é alvo há um ano. Em Abril de 2007, o grupo Gato Fedorento colocou um cartaz no Marquês de Pombal, em Lisboa, em que satirizava um outro outdoor, pago pelo Partido Nacional Renovador e que tinha como mensagem "Nacionalismo é solução" e promovia o controlo da imigração. Depois de ter tido conhecimento de mensagens na Internet, num Fórum associado ao movimento skinhead, ameaças à sua filha em que identificavam o colégio que frequenta, Ricardo Araújo Pereira apresentou queixa na Polícia Judiciária. Entretanto, mudou de casa e retirou a sua filha do colégio que frequentava e que fora identificado no Fórum Nacional em Abril do ano passado.Depois de ter tomado conhecimento da publicação das fotos na quarta-feira, Ricardo Araújo Pereira contactou o seu advogado e ambos, juntamente com os restantes membros dos Gato Fedorento, estiveram ontem audiência com o juiz que "deliberou de forma rapidíssima" a seu favor. Tiago Dores, Miguel Góis e José Diogo Quintela testemunharam a seu favor na audiência.A providência cautelar, que obriga a retirada dos exemplares das bancas no prazo de 24 horas, chegou ontem à tarde à Impresa. A deliberação do juiz cria ainda uma proibição da publicação de informações não-autorizadas relacionadas com o grupo de humoristas, extensível às revistas "Flash" e "Nova Gente" e ao jornal "24 Horas".O humorista explicou ao PÚBLICO que não tenciona voltar a prestar declarações nem a falar à revista "TV Mais" pela violação da privacidade e segurança da sua família que a revista perpetrou. "Na minha casa vivem mais três pessoas que não são, nem querem ser, aquilo a que se chama “figuras públicas”. Ninguém tem o direito de violar a sua privacidade", frisa Ricardo Araújo Pereira.No entanto, quanto à sua relação com o grupo editorial, o humorista frisa: "Não tenho qualquer problema com a SIC nem com a "Visão"". O jornalista ainda não foi contactado pela revista "TV Mais" sobre o caso. Desde que se tornou uma figura pública, pela exposição crescente da sua imagem desde os tempos da estreia na SIC Radical até ao sucesso de audiências com Diz Que é uma Espécie de Magazine, durante dois anos na RTP1, Ricardo Araújo Pereira explica que ouve dizer "que as pessoas cuja profissão implica uma certa exposição pública perdem qualquer direito à privacidade". "Quem diz isso é, com todo o respeito, um idiota", afirma. As primeiras ameaças ao grupo surgiram após o sketch alusivo ao debate no referendo do aborto, em que RAP imitava Marcelo Rebelo de Sousa. Em Fevereiro de 2007, RAP enviou um comunicado para “esses meios de comunicação” em que pedia que os fotógrafos deixassem de rondar a sua casa. As Produções Fictícias, que representam os Gato Fedorento, enviaram depois um comunicado em que vincavam que os média não estavam autorizados a publicar quaisquer imagens relativas à vida privada dos quatro humoristas.O PÚBLICO contactou a Impresa para obter uma reacção e fonte oficial da TV Mais respondeu que não vão comentar o caso.

In:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1328340&idCanal=61

terça-feira, maio 06, 2008

Ricardo e os Skins

Elemento dos Gato diz que 'skins' praticam actos violentos
"Fui alvo de ameaça por um grupo de extrema-direita". A declaração foi ontem feita no Tribunal de Monsanto pelo humorista dos 'Gato Fedorento' Ricardo Araújo Pereira, que foi ouvido enquanto testemunha de acusação no processo que opõe Ministério Público e 36 skinheads por crimes de discriminação racial. Entre os arguidos, está Mário MachadoO humorista chegou ontem a Monsanto num carro da PSP e abandonou o local depois de testemunhar da mesma forma, escoltado por elementos daquela polícia.Ricardo Araújo Pereira, recorde-se, tinha apresentado queixa há cerca de um ano na Polícia Judiciária, depois de ter sido alvo de ameaças de elementos da extrema-direita no Fórum Nacionalista.O cartaz da polémicaAs ameaças surgiram depois de os Gato Fedorento terem colocado em pleno Marquês de Pombal um outdoor a incitar ironicamente à imigração, colocado ao lado de um outro outdoor do Partido Nacional Renovador onde se podia ler "Basta de imigração, nacionalismo é solução".Depois deste episódio, elementos da extrema-direita escreveram no Fórum que teriam que "fazer uma visita à hora de saída do colégio X, onde um destes burgueses (de os Gato) tem os seus filhos a estudar". Nesse colégio, estudava a filha de Ricardo Araújo Pereira.Na sala de audiências, refere a SIC, Ricardo Araújo Pereira reiterou que foi alvo de ameaças e que "sentiu a sua integridade física ameaçada, bem como a da sua família". O humorista disse ainda que o grupo de extrema-direita que o ameaçou pratica "actos violentos", além de "espancar pessoas".Por causa das ameaças e de ter conhecimento dos actos praticados pelo grupo, Ricardo Araújo Pereira disse que não teve outra solução se não apresentar queixa na PSP.O humorista disse mesmo que se viu obrigado a "mudar de vida", tendo na altura ficado "muito preocupado ao ver o nome da filha de três anos" no sítio na Net. Ricardo Araújo Pereira contou que teve que mudar de casa, que se viu na obrigação de mudar a filha de colégio. E lamentou que por causa das ameaças tivesse que deixar de acompanhar a filha ao novo colégio.

In: http://dn.sapo.pt/2008/05/06/sociedade/humorista_teve_mudar_vida_causa_skin.html

E para mais informações vejam este vídeo da notícia no telejornal da SIC:
http://sic.aeiou.pt/online/scripts/2007/videopopup2008.aspx?videoId={A9C1E036-215B-4871-AC98-F858C6BE26F3}

segunda-feira, maio 05, 2008

Entrevista ao Zé Diogo

Foi na SIC Radical que se tornaram conhecidos de alguns e as suas séries de "sketches" tornaram-se em fenómenos de culto. A passagem para o horário nobre da RTP deu-lhes a visibilidade das massas e dos "sketches" arriscaram para uma espécie de "talk-show" gravada ao vivo e que bateu audiências. Zé Diogo Quintela é um dos elementos dos "Gato fedorento", agora contratados pela SIC, que regressam ao ecrã em Setembro

Diz que a maneira de fazer humor está mais apurada, que limparam alguma gordura em relação aos trabalhos anteriores. O "Gato fedorento" Zé Diogo Quintela revela que o novo programa continua a parodiar os casos da actualidade e não teme comparações com o trabalho feito na RTP. Quando escreve Ricardo Araújo Pereira, Miguel Góis e Tiago Dores são o seu público e é a eles que tenta fazer primeiro rir, antes de colocar o seu trabalho à apreciação do público


Jornal de Notícias O que encontram de diferente entre o vosso trabalho actual e os programas do início, nos tempos da SIC Radical?

José Diogo Quintela A nossa maneira de fazer humor ficou mais apurada. Fomos limpando alguma gordura que haveria. Não digo que sejam perfeitos mas há uma evolução que eu acho que se nota muito. Olho muitas vezes para os sketches da SIC Radical, que de vez em quando apanho, e vejo que melhorámos muito. Sobre o timing do humor, sabemos mais, vamos aprendendo, é natural. Nem sequer falo de aspectos da produção em si, que melhoraram muito quando fomos para a RTP. Muitas vezes alguém diz no tempo da Radical é que era bom", mas isso não se consubstancia em nada. Era melhor porquê?

Mas na RTP e agora na SIC têm um público mais alargado. Os espectadores que os viam na Radical e, por exemplo, os pais destes...

Nós nunca pensamos nisso. O público para o qual estamos a fazer as coisas não é uma das nossas preocupações iniciais. Basicamente, tentamos fazer coisas que nós achamos engraçadas. Nós os quatro somos o nosso público primordial. Por exemplo, quando eu tenho uma ideia, quem eu quero fazer rir são eles os três. Se conseguir sei que há hipótese de ter sucesso. Mas sim isso do público é um factor e sentimos isso porque as críticas que ouvimos são diferentes. Ou seja, hoje em dia ouvimos pessoas que gostam de nós por razões completamente diferentes das daquelas que gostavam de nós quando estávamos na SIC Radical.

Temem comparações entre o programa que estão a preparar para a SIC e o "Diz que é uma espécie de magazine" que fizeram na estação pública?

Acho que as comparações vão ser óbvias. O programa não vai ser igual ao da RTP. Mas nós não temos de ter medo das comparações. Vão existir sempre e também não sinto obrigação de fazer nada completamente diferente só por fazer. Utilizando uma metáfora futebolística se uma equipa comprar o Cristiano Ronaldo não vai dizer "Agora quero que jogues à baliza". Quer que ele continue a fazer as coisas que faz, que marque golos, que é a coisa que ele faz bem. Foi para isso que a SIC nos contratou. Se funciona aquele formato, até por uma questão de responsabilidade com a SIC é isso que nós teremos de fazer também.

Já pensaram em arranjar ajuda para escrever os textos? Ou pelo menos pesquisar material?

Vamos continuar a ser só nós a escrever os textos não fechamos as portas no futuro a ter quem colabore connosco. Mas, para já isso, não está no nosso plano .

Porque ainda têm muito tempo para o preparar? Só estreia em Setembro...

Porque o programa é sobre a actualidade. Não há muitas coisas que se possam preparar com antecedência. Temos de as fazer em cima do que se passa nessa semana. Podemos ter ideias genéricas sobre, por exemplo as eleições que vêm aí. Mas, fora isso, não podemos preparar muito.

Tiveram alguma participação na escrita dos textos da campanha publicitária do MEO?

Não. A agência de publicidade faz a estratégia com a PT onde não somos vistos nem achados. E o conceito desta publicidade, os textos, é tudo da sua responsabilidade. O que nós fazemos é - depois de terem escrito - adaptarmos os guiões por questões de agilidade. Há coisas que escritas ficam de uma maneira, mas ditas ficam de outra. E nós acrescentamos ali algumas coisas. É o nosso contributo na parte criativa, mas já na parte da filmagem.

Além dos trabalhos dos "Gato fedorento", há algum projecto, a título individual, que lhe desse gozo fazer nesta altura?

Naquilo que é o humor acho que faço basicamente tudo o que gosto, complementado com o que escrevo no Público e na Bola. Noutras vertentes da minha vida, há outros aspectos profissionais que eu gostava, se calhar, de um dia experimentar que não têm a ver com televisão. Mas isso não tem qualquer interesse...

In: http://jn.sapo.pt/2008/05/02/televisao/quem_quero_fazer_sao_eles_tres.html

terça-feira, abril 15, 2008

Já assinaram!

O grupo humorístico Gato Fedorento assinou esta segunda-feira um contrato até 2009 com a SIC, que implica a gravação de 26 episódios de um programa televisivo.

Do programa apenas se ficou a saber que será transmitido em horário nobre, está virado para o humor, assenta em temas da actualidade e tem estreia prevista para Outubro. O formato, o dia da semana em que será transmitido, a duração e os valores envolvidos no contrato não foram tornados públicos.

O contrato, que tem início em Setembro, marca o regresso dos Gato Fedorento à casa que os deu a conhecer como estrelas mediáticas, após dois anos ao serviço da estação pública.

In: www.jpn.icicom.up.pt/2008/04/15/sic_e_gato_fedorento_assinam_contrato_por_dois_anos.html

Making Of futurista



Meo!

In: www.ptfolio.com

quinta-feira, abril 03, 2008

MEOs

Sim, parece que acertei. Era publicidade e da PT que lançou o MEO, a televisão do futuro.
Aqui vêm todas as versões dos anúncios feitos pelos Gato:

www.videos.sapo.pt/lR4NekOq6CKGrQZzS3OU

www.videos.sapo.pt/74jjffiwzJyUk17DPocQ

www.videos.sapo.pt/qpgs4BpQGQv58K7S95ZY

www.videos.sapo.pt/ufU3P1GAhqiYClWbDzYv

www.videos.sapo.pt/ruJyRywUHdL1W0DlnYVA

www.videos.sapo.pt/HKE1gkFfcGWFVWKoPvvZ

www.rd3.videos.sapo.pt/Oq5jd59clCEClMtNcq9y

domingo, março 30, 2008

Ainda não assinaram

Desde que foram anunciados como a grande aposta da SIC para 2008 e a presente data já passaram quase três meses.
Vera Valadas Ferreira vferreira@destak.pt

E, ainda assim, os Gato Fedorento continuam sem assinar contrato com a estação de Carnaxide.

Na sua edição de hoje, a TV Guia explica que os sucessivos adiamentos para tal formalidade não reflectem qualquer polémica ou desacordo de verbas entre as partes.

Pelo contrário. Foi o próprio quarteto de humoristas que fez questão de ir primeiro de férias e só depois passar para o papel o acordo de cavalheiros estabelecido com Nuno Santos, aquando da transferência deste para o sector privado de televisão.

«Depois de tantos meses seguidos a trabalhar em conjunto, sem parar, esta pausa serve para cada um de nós descansar como acha melhor e, como tal, é complicado arranjar datas em que estejamos todos disponíveis», explica à publicação Miguel Góis, um dos Fab Four.

É o próprio que, aliás, avança uma data para o grande acontecimento, momento em que começarão a congeminar um novo programa: «Parece que em Abril, finalmente, vão estão reunidas as condições para que possamos assinar o contrato que nos vinculará à SIC para os próximos dois anos.»

In: http://destak.pt/artigos.php?art=9499

Nota (Respondendo à pergunta de um anónimo aqui no blog) Não sei do que se tratará a publicidade que anda a passar. Parece que temos de esperar pelo dia 02 às 19h55 para descobrir de que se trata o comunicado (O meu palpite é que seja publicidade da PT ou coisa parecida, mas é só um palpite)

segunda-feira, março 24, 2008

Gatos continuam a crescer na RTP

Enquanto gozam o merecido descanso, que antecede o regresso à SIC, estação em que o quarteto de humoristas nasceu para a televisão, os Gato Fedorento continuam a crescer no canal de serviço público. Semana após semana, desde o terceiro episódio, a repetição da série Lopes da Silva supera as audiências que havia conquistado na primeira vez que foi transmitida, em 2006. Hoje, vai para o ar o nono capítulo do programa, que no total tem 13 episódios.

Certo que a série não agarra ao televisor tantos espectadores como o formato Diz Que É Uma Espécie de Magazine, mas tendo em conta que é uma reposição... Ao oitavo episódio, a repetição da série Lopes da Silva tem uma audiência média de 10%, acima dos 8,8% registados na transmissão de estreia, que passou na RTP de Março a Junho de 2006. Relativamente à quota de audiência (share), a retransmissão também fica à frente: 24,5% para o combinado dos primeiro oito episódios já repetidos, contra 23,3% na média dos 13 episódios transmitidos em 2006.

Até agora, o episódio mais visto da série Lopes da Silva foi o primeiro, transmitido a 24 de Março de 2006. Depois da saída da SIC Radical, e da produção para o canal por cabo das séries Fonseca, Meireles e Barbosa, a estreia dos Gato Fedorento no canal de serviço público foi visto por cerca de 1,2 milhões de espectadores, traduzidos em 12,5% de audiência média e 32,1% de share.

Ainda assim, menos do que o programa mais visto de Diz Que É Uma Espécie de Magazine, que passou na RTP1 a 4 de Fevereiro de 2008, episódio que alcançou 16,3% de audiência média e 36,9% de share.

Em Setembro na SIC

A gozar a sua licença sabática, os humoristas portugueses vão regressar à SIC em Setembro, depois de terem assinado um contrato com a estação de Carnaxide no início deste ano. Segundo o Correio da Manhã, os Gato Fedorento vão receber 1,5 milhões de euros pela produção de duas séries, de 13 episódios cada. Feitas as contas, pode concluir-se que cada uma destas séries custará ao canal de Pinto Balsemão cerca de 750 mil euros, ou seja, o custo de cada programa rondará os 57 600 euros.

Estes valores são bastante diferentes daqueles que a estação pagou da última vez que contratou os humoristas: aquando da exibição das primeiras séries dos Gato Fedorento na SIC Radical, há cinco anos, o quarteto recebia 1 500 euros por cada episódio.

Resta agora esperar por Setembro para voltar a ver os humoristas no pequeno ecrã, desta vez na SIC generalista.

In: http://dn.sapo.pt/2008/03/23/media/gatos_continuam_a_crescer_rtp.html

quarta-feira, março 05, 2008

quarta-feira, fevereiro 20, 2008

quarta-feira, fevereiro 13, 2008

terça-feira, fevereiro 05, 2008

RAP #21 Incorrigíveis - Floribella


"Porque tenho seios novos!"

Ricardo em Oeiras

Uma pequena multidão encheu a Biblioteca Municipal de Oeiras, esta quarta-feira, para receber Ricardo Araújo Pereira. O humorista dos Gato Fedorento foi o convidado de mais um «Café Literário», espaço de conversa do jornalista da TSF Carlos Vaz Marques.

O ponto de partida foi «Boca do Inferno», livro que reúne as crónicas publicadas na revista Visão e que já vendeu mais de 50 mil cópias.

Sempre com um sentido de humor auto-crítico, Ricardo Araújo Pereira comentou a receptividade do público ao seu trabalho: «Não vale a pena estar com falsas modéstias. A venda de 50 mil exemplares não me surpreende porque o papel do meu livro não só é macio como é absorvente. E portanto é um bom negócio para quem adquire o volume porque é multiusos».

http://www.videos.iol.pt/consola.php?projecto=27&mul_id=8818076&v_sort=1&v_order=DTENTRADA&tipo_conteudo=&tipo=2&id_conteudo=&referer=1&query=&pagina=1
(Cliquem no link para ver o vídeo)

A conversa com Carlos Vaz Marques e com o público presente durou cerca de duas horas e esteve recheada de histórias recuperadas da memória do humorista.

As primeiras experiências com os livros em casa da avó, o desejo em ser futebolista do Benfica, o estágio como jornalista na TVI e as entrevistas a escritores de renome no Jornal de Letras foram alguns dos episódios que fizeram as delícias de uma plateia decididamente fã do humor de Ricardo Araújo Pereira.

Sem planos para escrever novo livro

Apesar das expectativas geradas em sua volta, o guionista das Produções Fictícias afirmou que não existem planos para o lançamento de um novo livro.

«Não tenho nada previsto. Escrever é o meu trabalho, é só isso, a forma como eu ganho o pão para pôr na mesa. Não tenho nenhum outro plano, nenhum livro na forja», afirmou.

Conhecido pelas várias personagens que encarna nos Gato Fedorento, de Paulo Bento a José Sócrates, Ricardo confessou ter especial preferência por uma: Marcelo Rebelo de Sousa.

«No dia em que gravámos o sketch do professor Marcelo fizémos vinte takes... À vigésima vez já não tem graça nenhuma. Mesmo à 19ª já não tem. E foi agradável ver que aquilo acabou por resultar bem.»

Contrato com a SIC é o último para a TV

O regresso dos Gato Fedorento à televisão está marcado para Outubro, na SIC, e, segundo Ricardo Araújo Pereira revelou, este será o último contrato de TV que o colectivo assina, admitindo apenas algumas participações esporádicas no pequeno ecrã.

O formato do novo programa ainda não está pensado, «porque ainda faltam uns meses valentes». Até lá, Ricardo promete não fazer nada. Uma tarefa nada fácil, disse.

«Agora estamos só ocupados com não fazer nada, que é uma actividade que à partida parece simples, mas não é. Enfim, tem que se lhe diga. E só quem se vê obrigado a não fazer nada durante um período razoavelmente longo é que sabe o que isto custa

In: http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=910530&div_id=291